Câmara de Coimbra alerta para "noite difícil"
"Vai ser uma noite difícil, não quero alarmar a população, mas vai ser difícil. Que estejam a contar com uma noite difícil, com muito vento e tudo aquilo que esteja em situação vulnerável, seja nas varandas, seja nas esplanadas, que recolham os seus bens: a previsão é que vai ser complicado", destacou o vereador da Câmara de Coimbra com o pelouro da Proteção Civil.
Em conferência de imprensa, que decorreu esta tarde no Parque Verde do Mondego, junto ao Docas Rio, Ricardo Lino explicou que todo o distrito de Coimbra vai estar em alerta vermelho, em particular durante a madrugada, devido às fortes rajadas de vento.
"A previsão é que teremos ventos muito fortes, superiores a 140 quilómetros por hora", referiu, acrescentando que estarão várias equipas de prevenção mobilizadas.
O vereador recomendou ainda a quem tem garagens em leito de cheia, que retire os automóveis e bens e que os coloquem a salvo numa cota superior.
"O rio Mondego neste momento está dentro do leito, mas pode vir a transbordar nos próximos dias", indicou.
Aos jornalistas, o autarca revelou que ao longo do dia de hoje foram registadas cerca de 30 ocorrências devido ao mau tempo em vários pontos do concelho.
"O tempo está um pouco mais sereno depois da hora de almoço, houve um abaixamento do nível das águas, por exemplo ali no Cabouco, que é onde faz a afluência do rio Ceira com o rio Mondego", acrescentou.
Esta é uma situação recorrente no inverno e "as populações também já estão em alerta para esta situação".
"Em janeiro, o rio Mondego está dentro ainda do seu leito natural de cheia, ainda não transbordou e a perspetiva que temos para as próximas horas é que, de facto, o nível da precipitação se mantenha, mas que não vai levar ao transbordo das margens naturais do rio Mondego", evidenciou.
Já noutros locais do município, como na Conraria, Ricardo Lino admitiu que alguns terrenos ficaram alagados, "o que é relativamente comum", nesta altura do ano.
No que toca a habitações, o risco está apenas identificado na localidade do Cabouco.
Lusa
Autoridades municipais tentam desobstruir entrada da vila do Vimeiro
Tempestade Joseph alagou campos e habitações em Famalicão
Arcos de Valdevez centra-se em trabalhos de limpeza
Torres Vedras encerrou escolas por precaução devido às inundações
Vilar de Mouros. Capela de Sto Amaro inundada
Proteção Civil. 1.268 ocorrências registadas entre as 00h00 e as 16h00
Estrada entre Sta Catarina e Alcácer do Sal inundada
Água impede entrada no Vimeiro
E-Redes. 1.700 clientes sem energia elétrica às 16h00
Cerca de 1.700 clientes estavam sem energia elétrica às 16:00, em consequência das condições meteorológicas adversas que se fizeram sentir na última noite, uma diminuição face ao anterior balanço da E-Redes, segundo informação da empresa.
De acordo com informação enviada pela E-Redes à agência Lusa, Bragança, Leiria e Portalegre são os distritos mais pressionados.
No balanço anterior, feito às 11:30, dez mil clientes estavam sem eletricidade, a maioria nas regiões centro e norte litoral.
A E-Redes, empresa do grupo EDP que opera as redes de distribuição de energia em Portugal continental, informa que tem 400 operacionais no terreno e que reforçou "todas as equipas" para enfrentar "eventuais agravamentos no impacto na rede de distribuição".
Hoje, em conferência de imprensa, a Proteção Civil alertou para o impacto que a passagem de uma nova depressão, Kristin, poderá ter nas redes de distribuição, tendo sugerido que fornecedores e distribuidoras reforcem os operacionais e elevem o seu estado de prontidão.
O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Cívil, José Manuel Moura, antecipa que a passagem da nova depressão "vai afetar sobretudo a vulnerabilidade das redes" de transportes, elétrica, etc., apelando à população que garanta "adequada fixação de estruturas soltas".
A depressão Kristin passará por Portugal na próxima madrugada, com maior impacto entre as três e as seis da manhã, acompanhada de vento muito intenso, podendo as rajadas atingir os 140 quilómetros por hora.
A Proteção Civil decidiu elevar o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face à nova depressão meteorológica que atravessará Portugal na próxima madrugada.
O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, será a zona de maior risco à passagem de Kristin, que sucede à depressão Joseph e que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) qualificou como "ciclogénese explosiva", termo utilizado para depressões de forte intensidade, tanto em vento como em chuva.
Em contacto com terra, a ciclogénese explosiva "tem um potencial de estrago, de dano muito significativo, num curto espaço de tempo", alertou José Manuel Moura.
O estado de prontidão de nível 4 mobiliza os dispositivos de resposta até 100%, "num prazo de 12 horas", adiantou, reconhecendo que aguardam um "fenómeno complexo" e "com potencial destrutivo muito significativo".
Carlos Câmara, climatologista. "Este vai ser um inverno rigoroso"
Barragem da Bravura no Algarve com medida histórica de 82% da capacidade diz APA
A barragem da Bravura, no concelho de Lagos, distrito de Faro, encontra-se com 82% da sua capacidade, uma medida histórica segundo o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), lembrando que na última década tem rondado os 12%.
"Podemos dizer que nos últimos anos já tivemos aquela barragem com 10%, 12%, 15% e agora 82%. É uma coisa que eu fico muito feliz de ter acontecido", disse à Lusa José Pimenta Machado.
O presidente do conselho diretivo da APA adiantou também que, das seis barragens existentes no Algarve, "cinco já fizeram descargas preventivas para não ultrapassarem o nível que põe em causa a segurança das barragens".
"Na Bravura, um dia destes, eu vou ter que fazer isso [descarga preventiva] porque já está a ter 82%. Continua a chover, continuam a subir caudais. Um dia desses vamos ter as seis barragens do Algarve, que seria histórico, a fazer descargas preventivas por uma questão de segurança", afirmou, apontado que poderá já ser "daqui a 15 dias ou ainda menos tempo.
O responsável acrescentou também que a barragem do Alqueva "já passou os 90%" e que, no Algarve, as seis barragens -- Odelouca, Odeleite, Beliche, Funcho, Arade e Bravura - "estão, em média, com 89%, o que é histórico", sublinhando que a média nacional é 87%.
"O Algarve tem mais água em média, o que é uma coisa fantástica", afirmou.
José Pimenta Machado considerou que se está a viver "um ano muito bom, sem qualquer dúvida", em termos de água nas barragens, e lembrou que estamos em janeiro "em pleno período húmido" e que ainda vem fevereiro, março e abril "de mais chuva".
"Neste momento, eu estou a tirar a água das barragens. Quando eu dou médias, é um bocadinho mandar médias, porque neste momento -- quinta, sexta-feira, sábado e domingo -- estou a esvaziar as barragens, para encaixar se chover mais", explicou, frisando, no entanto, que agora as barragens estão cheias e "há pouco tempo para esvaziar para preparar as próximas tempestades".
Pimenta Machado considerou também como positivo para o Algarve "a chuva continuada para os aquíferos", reconhecendo a importância do sistema aquífero Querença -- Silves, cuja água é usada na agricultura.
O responsável lembrou ainda que Portugal continental mantém a previsão de chuva para os próximos dias, frisando que estamos, já neste momento, a "usar a cabeça das barragens", mas que há limites porque "o solo está encharcado, não se consegue absorver nada e a chuva que cai transforma-se em escoamento e rapidamente aflui às albufeiras".
Pimenta Machado reconheceu a importância do organismo responsável pelas águas em Portugal estar em "articulação meticulosa" com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), bem como com os municípios e também com Espanha, "onde nascem rios que atravessam o país".
O presidente do conselho diretivo da APA fez ainda um ponto de situação sobre os caudais dos rios de norte a sul do país, frisando que estão a "circular caudais muito elevados" no rio Zêzere (zona centro do país], com "boa parte da água que provém do degelo da Serra da Estrela".
"E vamos ter mais chuva hoje. Não com a mesma dimensão da tempestade Joseph e Ingrid. Vem outra, que é Kristen. Traz muito vento, acima de tudo, mas traz também mais chuva para um sistema que está neste momento já muito saturado", avançou, reconhecendo que a "gestão vai ser ainda mais exigente".
Lisboa contabiliza 56 ocorrências sobretudo quedas de árvores - Proteção Civil
A cidade de Lisboa registou, entre as 21:00 de segunda-feira e as 13:00 de hoje, um total de 56 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sobretudo quedas de árvores, revelou o diretor do Serviço Municipal de Proteção Civil.
"Até agora, não há vítimas a registar, apenas alguns danos materiais, mas diria que é uma situação que, face à situação meteorológica adversa, é de alguma normalidade, com trabalho", afirmou André Fernandes, em declarações à agência Lusa.
Das 56 ocorrências registadas em Lisboa, entre as 21:00 de segunda-feira e as 13:00 de hoje, a maioria tem a ver com quedas de árvores (38), verificando-se também quedas de estruturas (10), quedas de revestimentos (2) e inundações na via pública (6), indicou o responsável do Serviço Municipal de Proteção Civil.
"Neste momento, não temos registo de nenhuma inundação em habitação, nem pessoas desalojadas", indicou André Fernandes.
Relativamente às freguesias mais afetadas, destacam-se Alcântara, Marvila e Olivais, com cinco ocorrências cada, e Alvalade, Arroios, Santa Clara e Santa António, com quatro cada.
As freguesias de Areeiro, Avenidas Novas, Benfica e Campolide registaram três ocorrências cada, enquanto Campo de Ourique, Carnide, Misericórdia e Penha de França verificaram duas cada e Ajuda, Belém, Lumiar, Santa Maria Maior e São Domingos de Benfica uma cada, de acordo com a Proteção Civil.
Relativamente aos danos materiais, André Fernandes referiu que algumas quedas de árvores, inclusive em Arroios e Benfica, danificaram "algumas viaturas", adiantando que o levantamento desses danos ainda está a ser feito.
Questionado sobre se há estradas cortadas ou condicionadas devido ao mau tempo, o diretor do Serviço Municipal de Proteção Civil disse que, "neste momento, não".
"Há todo um sistema de proteção civil que está apto e está a trabalhar para dar resposta às situações", realçou, acrescentando que toda a estrutura municipal, em particular de intervenção no espaço público e socorro à população, está "no máximo esforço para dar a melhor resposta face a esta situação meteorológica adversa".
Sobre se se prevê o envio de SMS no âmbito do sistema municipal de avisos à população da Proteção Civil de Lisboa, André Fernandes disse que essa possibilidade vai ser avaliada na reunião do Centro de Coordenação Operacional Municipal.
"Essas medidas de antecipação serão tomadas e o envio de SMS é algo que estamos a considerar", expôs.
O sistema municipal de avisos à população da Proteção Civil de Lisboa pode ser subscrito pelos cidadãos através do envio de um `sms` com o texto "AvisosLx" para o número 927 944 000.
Portugal continental está a ser afetado pelos efeitos da passagem da depressão Kristin, após outras duas tempestades nos últimos dias -- Ingrid e Joseph --, com chuva, vento, neve e agitação marítima, tendo sido emitido vários avisos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Segundo o IPMA, durante o dia de hoje haverá uma acalmia, mas o estado do tempo vai agravar-se a partir das 00:00 de quarta-feira.
Para o distrito de Lisboa, o IPMA emitiu vários avisos entre hoje e sexta-feira, nomeadamente aviso vermelho (o mais grave de uma escala de três) por agitação marítima, aviso laranja (o segundo mais grave) por vento e aviso amarelo (o menos grave) por precipitação.
A Proteção Civil decidiu elevar o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face a nova depressão meteorológica que atravessará Portugal na próxima madrugada.
O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, será a zona de maior risco à passagem da depressão Kristin, que sucede à depressão Joseph e que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) qualificou como "ciclogénese explosiva", termo utilizado para depressões de forte intensidade, tanto em vento como em chuva.
Ventos e rajadas do Kristin podem chegar aos 160 ou 180 quilómetros hora
Existe alguma incerteza sobre o local onde a tempestade irá atingir terra, mas esperam-se ventos de grande intensidade até aos 160 ou 180 quilómetros/hora, o que poderá provocar grandes estragos.
A depressão Kristin foi identificada pelo Instituto Português de Meteorologia ao fim desta manhã, e encontrava-se pelas 15h a norte dos Açores, sobre o Atlântico.
Deslocava-se para leste em direção a Portugal continental a "uma velocidade muito rápida", reportou meteorologista do IPMA, Maria João Frada, à RTP.
"Vem também a diminuir a pressão no seu centro, muito rapidamente, no que chamamos um cavamento explosivo", acrescentou, o que significa que "há muito vento associado a essa depressão". "O flanco sul dessa depressão pode ter ventos destruidores, muito, muito fortes", alertou a meteorologista do IPMA, lembrando o sms enviado para todo o país.
A "incerteza" é estabelecer o local onde a tempestade atingirá terra. "Os modelos indicam-nos que será algures entre o Cabo Mondego, Figueira da Foz e Vila do Conde".
O local onde Kristin chegar à costa irá sofrer "um impacto muito significativo", sobretudo em termos de vento e rajadas.
O IPMA admite que o impacto pode ser "catastrófico", com rajadas eventualmente "bem superiores a 140 km por hora" alertou Maria João Frade, admitindo estar muito preocupada. Foi por esta razão que o Instituto elevou o nível de aviso para vermelho, explicou.
Devido à incerteza, o aviso vermelho "abrange nos distritos de braga Porto, Aveiro e Coimbra". esclareceu ainda Maria João Frada. A tempestade poderá contudo vir a abranger o distrito de Aveiro.
Os modelos mostram que maior probabilidade da área atingida pela Kristin se defina "algures entre Leiria e Braga", chegando "com muita intensidade".
Mesmo que áreas circundantes ao impacto sofram menos do que o local onde a tempestade chegar, "nós temos de trabalhar para o pior cenário e as autoridades estão alertadas", referiu.
Os alertas, vermelhos, laranja e amarelos para o estado do mar deverão manter-se nos "próximos dois três dias".
A chuva, por vezes forte, incluindo a queda de neve nas terras altas, irá manter-se até pelo menos dois de fevereiro.
Governo acompanha em permanência situação de cheias
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, garantiu hoje que o Governo está a acompanhar em permanência a evolução da situação de eventuais cheias, nomeadamente a norte do rio Mondego e na bacia do Tejo.
"Quero deixar-lhes aqui a garantia de que o Governo está a acompanhar em permanência a evolução desta situação, em articulação com a Agência Portuguesa do Ambiente", com outras entidades e em coordenação com Espanha, "para desencadear os meios de resposta adequados em caso de necessidade", disse a ministra.
Maria da Graça Carvalho falava no início de uma audição parlamentar, na comissão de Ambiente e Energia, quando recordou a recente passagem pelo país da tempestade Ingrid, seguindo-se a Joseph, que provocaram níveis elevados de precipitação e queda de neve.
Existe um risco real de cheias a norte do Mondego e na bacia do Tejo "ao longo desta semana", alertou.
Cinco desalojados em Oeiras
Em Oeiras, o mau tempo deixou cinco pessoas desalojadas. Os pais e três filhos viviam numa habitação que foi atingida por um deslizamento de terras.
Os bombeiros isolaram a zona onde aconteceu a derrocada.
Escolas de Torres Vedras encerradas
As escolas em Torres Vedras encerraram hoje a partir das 14h00 e na quarta-feira também estarão encerradas.
Mau tempo com aviso vermelho para a próxima noite
É dessa cor que está o mapa ao longo de toda a costa e também na totalidade dos distritos de Porto, Braga, Aveiro, Coimbra, Guarda e Viseu.
Quinta em Torres Novas isolada pelas cheias
Na Reserva Natural do Paul do Boquilobo, em Torres Novas, uma quinta ficou isolada pelas cheias.
Estradas cortadas, casas inundadas e milhares sem eletricidade
A depressão Joseph chegou e em força, mais a norte do que a sul. Segue-se a depressão Kristin.
Caudal do Tua submerge pontes
"O município informa que, na sequência do elevado caudal dos rios, a Ponte de Miradeses e a Ponte de Mosteiró encontram-se submersas, estando interdita a circulação pedonal e rodoviária nestas travessias", lê-se na página do município no Facebook.
A Câmara Municipal de Mirandela determinou também o encerramento da circulação na Ponte de Frechas "por precaução e motivos de segurança".
"O Serviço Municipal de Proteção Civil encontra-se no terreno, a acompanhar permanentemente a situação, procedendo à colocação de vedações e sinalização informativa, com o objetivo de salvaguardar pessoas e bens", escreve a autarquia, apelando à população para que "não ultrapasse as vedações e utilize percursos alternativos".
Proteção Civil eleva estado de prontidão especial para nível máximo
A Proteção Civil decidiu elevar o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face a nova depressão meteorológica, denominada Kristin, que atravessará Portugal na próxima madrugada.
Prevê-se vento com intensidade acima do habitual, com rajadas que podem ser superiores a 150 quilómetros por hora.
O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, vai então ser a zona de maior risco à passagem da depressão Kristin, que sucede à depressão Joseph. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera classifica o fenómeno que se segue como "ciclogénese explosiva", fórmula que descreve depressões de forte intensidade em vento e chuva.
Zona ribeirinha da Régua encerrada devido à subida do caudal do Douro
A Câmara da Régua encerrou hoje temporariamente a ciclovia e os dois cais fluviais por causa da subida do caudal do Douro e, em Amarante, o município alertou para o risco de cheias na zona ribeirinha do Tâmega.
O município do Peso da Régua, no distrito de Vila Real, justificou a interdição com razões de segurança pedindo para que a sinalização existente no local seja respeitada e que não sejam ultrapassadas as barreiras de proteção.
Assim, perante a subida do caudal do rio Douro, o município decidiu encerrar temporariamente os cais da Régua e da Junqueira e a ciclovia que se estende mesmo junto ao leito do rio.
Foi ativado o alerta amarelo de cheias na bacia hidrográfica do Douro por causa da chuva intensa que se tem feito sentir e do degelo, depois da queda de neve que, na semana passada, atingiu o Norte do país.
Em Amarante, distrito do Porto, o município emitiu um aviso à população em que adverte que a manutenção de caudais elevados e as descargas da barragem de Daivões, no rio Tâmega, afluente do Douro, poderão provocar inundações em zonas vulneráveis, nomeadamente na Rua 31 de Janeiro.
Por isso, recomendou que sejam respeitados os perímetros de segurança que venham a ser implementados, que sejam protegidos bens essenciais e documentos importantes e que se evite circular ou estacionar em zonas ribeirinhas.
O vereador da Proteção Civil da Câmara de Amarante, Ricardo Vieira, disse à agência Lusa que durante a manhã o caudal do Tâmega baixou, mas advertiu que, pelas 11:15, chovia nesta região.
"Está em quatro metros neste momento. A partir dos quatro e 10 é preocupante para nós, porque começa a entrar nas caves de algumas das lojas da Rua 31 de Janeiro", disse, explicando que, historicamente, os moradores e comerciantes daquela rua são os mais afetados porque é a zona mais próxima do rio.
Ricardo Vieira referiu ainda que o município "disponibiliza ajuda" caso seja preciso retirar equipamentos ou bens e referiu que as atenção vão estar centradas no caudal do rio devido às preocupações decorrentes das descargas em Espanha, quer no rio Tâmega quer no Douro, ainda na barragem de Daivões, localizada em Ribeira de Pena, acima de Amarante, da chuva e do degelo.
O vereador disse que, em Amarante, moradores e comerciantes já estão habituados à subida das águas do Tâmega e sabem os cuidados que devem ter, mas, acrescentou, que os serviços municipais andam já desde segunda-feira na rua.
Também no rio Tâmega, mas em Chaves, distrito de Vila Real, o município alertou para o agravamento das condições meteorológicas e para o risco de inundações em zonas ribeirinhas e áreas historicamente vulneráveis.
Por causa da chuva e do vento, têm ocorrido na região situações relacionadas com quedas de árvores, quedas de muros ou movimentos de massas que provocaram alguns cortes ou condicionamentos de estradas.
Ainda no distrito de Vila Real, em Santa Marta de Penaguião, devido à intensidade da água, a barreira de proteção da ponte do Corgo, na Estrada Municipal 1305, entre São João de Lobrigos e Alvações do Corgo, cedeu, e, segundo o município, a estrada de Alvações a Peso da Régua bem como o acesso entre Lobrigos e Alvações, estavam intransitáveis pelas 10:30.
Em Vila Real, a Estrada Municipal para a aldeia de Paredes-Adoufe estava também cortada devido a uma derrocada, sendo que a alternativa à Estrada Nacional 2 é a ligação por Escariz.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê chuva, neve, vento e agitação marítima como efeitos da passagem da depressão Joseph por Portugal continental, tendo emitido vários avisos.
Os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco vão estar também sob aviso laranja e Aveiro a amarelo a partir das 12:00 de hoje e até às 06:00 de quarta-feira devido à queda de neve acima de 800 metros.
(Lusa)Dez mil clientes sem energia
Às 11h30, dez mil clientes estavam sem energia, sendo as regiões de centro e norte litoral as zonas mais afetadas.
Inundações afetam casas e estradas em Torres Vedras
O vereador da Proteção Civil na Câmara de Torres Vedras, Diogo Guia, explicou que "meia dúzia" de casas ficaram na última noite inundadas na freguesia da Ponte do Rol, o que não acontecia há 15 anos.
Segundo o autarca, as inundações têm sido provocadas pela precipitação constante e pelo transbordo do rio, cujo caudal tem vindo a subir, influenciado também pela agitação marítima nos períodos de maré cheia.
O rio Sizandro causou inundações sobretudo em Dois Portos, na cidade de Torres Vedras, Ponte do Rol, Coutada e Bonabal.
"Temos o problema grave do assoreamento do rio", afirmou o autarca, lembrando que o curso de água não foi limpo nos últimos anos.
Entre alguns troços de estradas cortadas, destaca-se a Estrada Nacional 9 entre a saída da cidade de Torres Vedras e a rotunda para a Gondruzeira.
Tendo em conta o agravamento do estado do tempo para a próxima noite, o município do distrito de Lisboa está a avaliar a hipótese de vir a encerrar as escolas no concelho.
Estrada entre Santa Catarina e Alcácer cortada
Ponte sobre o Rio Zêzere cortada ao trânsito
"As equipas da Proteção Civil e dos serviços municipais encontram-se no terreno a acompanhar a situação e a desenvolver todos os esforços necessários para repor, com segurança, as condições normais de circulação", indica o município.
A Proteção Civil Municipal alerta ainda para a subida dos caudais dos rios Zêzere, Unhais e Ceira.
Capitania do Funchal prolonga avisos até quarta-feira
O vento deverá soprar de oeste a noroeste "fresco a muito fresco (30-50 quilómetros por hora), por vezes forte (51-61 quilómetros por hora) a partir do final da tarde". A visibilidade prevista é "boa a moderada".
"Recomenda-se a toda a comunidade marítima e à população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras", vinca a capitania.
c/ Lusa
Registadas quatro ocorrências nos Açores na segunda-feira
O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) registou quatro ocorrências na segunda-feira, em duas ilhas, provocadas pelo mau tempo, foi hoje divulgado.
Fonte do SRPCBA adiantou à agência Lusa que duas ocorrências foram registadas na ilha de São Miguel (grupo Oriental) e duas na ilha das Flores (grupo Ocidental), sendo duas derrocadas, uma queda de árvore e uma inundação de via.
Desde as 0h00 até por volta das 8h00 locais (mais uma hora em Lisboa) de hoje, não foram registadas situações relacionadas com o mau tempo, acrescentou.
Devido à influência da depressão Joseph, que está de passagem por Portugal, motivando mau tempo nos Açores, na Madeira e no continente, quatro municípios açorianos interditaram na segunda-feira a circulação rodoviária em vias da orla costeira.
A Câmara Municipal das Lajes das Flores, nas Flores, interditou a circulação rodoviária nas estradas localizadas junto à orla costeira, na zona da fajã Grande, até às 17h00 locais de hoje.
Na ilha do Pico, o município da Madalena encerrou a circulação automóvel no acesso ao porto da Madalena, Cais do Mourato, Barca, Areia Larga e Lajido da Criação Velha, enquanto a Câmara das Lajes do Pico determinou "o encerramento temporário ao trânsito do troço de estrada compreendido entre o Largo do Calhau da Piedade e o Caminho do Poço" até às 8h00 locais de quarta-feira.
Na Graciosa, o único município da ilha, Santa Cruz da Graciosa, decidiu encerrar ao trânsito, até às 20h00 locais de hoje, as ruas Conselheiro Pedro Roberto Dias da Silva e do Degredo (até ao Pavilhão Desportivo Municipal).
A Câmara de Santa Cruz da Graciosa também proíbe o estacionamento de veículos no parque de estacionamento do Largo Vasco da Gama, até às 17h00 locais de quarta-feira.
O mau tempo levou ainda ao cancelamento de viagens da empresa de transporte marítimo de passageiros e viaturas nos Açores e ao fecho do porto da Madalena, na ilha do Pico, a toda a navegação, entre as 15h30 locais de segunda-feira e as 6h00 de quarta-feira, "face das condições meteorológicas, nomeadamente do estado do mar".
Na ilha de São Miguel estão encerrados, até às 22h00 locais de quarta-feira, os portos de Mosteiros, Rabo de Peixe, Porto Formoso, Vila Franca do Campo, Caloura e Carneiros.
Segundo um aviso da Capitania do Porto de Angra do Heroísmo e Graciosa, os portos de pesca de São Mateus e dos Biscoitos (ilha Terceira) e de Santa Cruz e da Folga (ilha Graciosa) estão fechados a toda a navegação desde as 16h00 locais (mais uma hora em Lisboa) de quarta-feira.
O IPMA elevou para vermelho o aviso para as ilhas dos grupos Ocidental e Central dos Açores por causa da agitação marítima, com previsões de ondas até dez metros de altura.
O grupo Ocidental (Flores e Corvo) está sob aviso vermelho (o mais grave de uma escala de três) até às 18h00 de hoje, devido à agitação marítima, com "ondas de noroeste até 10 metros de altura significativa e altura máxima até 19 metros".
Para o grupo Central do arquipélago (Terceira, Graciosa, Pico, São Jorge e Faial) foi também emitido aviso vermelho, referente a agitação marítima, entre as 3h00 e as 20h00 de hoje, devido às previsões de "ondas de noroeste até 10 metros de altura significativa e 19 metros de altura máxima".
O aviso vermelho é emitido sempre que existem situações extremas.
Outros avisos laranja (o segundo nível) e amarelo (o menos grave) estão em vigor nas ilhas.
O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Lusa
Oito mil clientes em Portugal continental sem energia elétrica pelas 9h00
Em comunicado citado pela agência Lusa, a E-Redes indica que a rede elétrica foi impactada pelas condições meteorológicas adversas.À 1h00, cerca de 40 mil clientes estavam sem energia, sendo o distrito de Viana do Castelo o mais atingido.
"Nesta altura, 9h00, estão oito mil clientes sem energia, mantendo-se o dispositivo operacional no terreno a reparar todas as situações pendentes", indicava a mesma nota.
Figueira da Foz. Rebocador norueguês deverá remover cargueiro esta noite
O rebocador deverá chegar ao local onde se encontra o cargueiro na noite desta terça-feira.
Paulo Mariano explicou que houve um contacto na segunda-feira “com a agência que representa o navio no porto da Figueira da Foz”, que por sua vez “entrou em contacto” com o armador e o carregador, que “durante esta noite conseguiram chegar a bom porto nas negociações com um rebocador de bandeira norueguesa”.
O armador e o dono da carga irão pagar o serviço, que Paulo Mariano descreveu como “complicadíssimo”, acrescentando que ronda os 350 mil euros por dia. “Neste momento já estão a pagar. O navio já está à ordem, apesar de [o rebocador] ainda não ter chegado”.
“Isto vai demorar vários dias e o que é incrível é que todos os portos nacionais com condições para receber este navio em reboque – que são vários - recusaram todos a entrada do navio”, adiantou aos jornalistas.
“O navio vai ter de ser rebocado para um porto de Espanha que eu presumo (…) que seja na baía de Vigo”.
“Com este mar mau, com esta tempestade que está aí, eles, coitados, estão neste momento há 26 horas sem dormir, com condições horríveis dentro do navio”, acrescentou.
Porto, Aveiro e Coimbra vão estar com aviso vermelho devido ao vento
O IPMA emitiu assim aviso vermelho, o mais grave da escala, para os distritos do Porto, Aveiro e Coimbra entre as 3h00 e as 6h00 de quarta-feira. Os demais distritos do continente vão estar debaixo de aviso laranja devido ao vento forte, com rajadas de 100 quilómetros por hora, podendo atingir os 120 quilómetros por hora nas terras altas.Espera-se um desagravamento das condições do tempo a partir da manhã de quarta-feira.
Foi também emitido aviso vermelho, a vigorar entre as 3h00 e as 21h00 de quarta-feira, para os distritos de Faro, Porto, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga por causa da agitação marítima. Prevê-se ondas de oeste a noroeste com sete a oito metros, podendo mesmo chegar aos 14 metros.
Os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco vão estar sob aviso laranja e Aveiro a amarelo a partir das 12h00 desta terça-feira e até às 6h00 de quarta-feira devido à queda de neve acima de 800 metros.
O IPMA colocou ainda todos os distritos de Portugal continental debaixo de aviso amarelo das 3h00 às 9h00 de quarta-feira devido à chuva por vezes forte. As equipas de reportagem da RTP em Torres Novas, Águeda e Alcácer do Sal fizeram esta manhã o balanço das últimas horas dos efeitos da depressão Joseph.
"Uma noite complicada e com muita chuva"
Registadas 490 ocorrências das 0h00 às 7h45
"Entre as 0h00 e as 7h45 de hoje foram registadas um total 490 ocorrências relacionadas com esta meteorologia adversa, sendo que a região Metropolitana do Porto foi a mais afetada e as ocorrências mais significativas estão relacionadas com quedas de árvores e inundações", adiantou Paulo Santos, da ANEPC, em declarações à agência Lusa.
Na Área Metropolitana do Porto houve 141 ocorrências, na Grande Lisboa 35, na região Oeste 22, Alentejo 24 e Alentejo 16.
"Durante a noite foram empenhados 1.694 operacionais e 641 meios terrestres", ainda segundo o responsável da Proteção Civil.
O que prevê a meteorologia
Cargueiro estável mas ainda a aguardar reboque
O navio de 89 metros, com pavilhão dos Países Baixos, transporta três toneladas de pasta de papel. Terá perdido o leme quando bateu no fundo, por causa da areia acumulada. Continua a aguardar reboque.
Subida do caudal do Lima provoca inundações
Há várias casas inundadas e viaturas "atascadas".
Fechadas mais de duas dezenas de estradas nacionais e municipais
Estavam assim interditadas ao trânsito a Estrada Nacional (EN) 9-1 (Estrada da Lagoa Azul) no Linhó, concelho de Sintra, EN 10 Torres do Mondego, em Coimbra, EN 262 em São Romão do Sado, em Setúbal, e EN 365 na Golegã, em Santarém.
A circulação estava igualmente interrompida na EN 3-2 em Valada, no Vale de Santarém, EN 8-2 em Casal Lourim, na Lourinhã, EN 205-1, em Rio Tinto, em Braga, e EN 301 em Argela, em Viana do Castelo, e EN 358-2 em Constância, no distrito de Santarém.
Ainda segundo a GNR, citada pela agência Lusa, estavam fechadas vias na Serra da Estrela, a Nacional 102, ao quilómetro (km) 53,4, em Torre de Moncorvo (Bragança), EN 316 ao quilómetro 37, em Macedo de Cavaleiros (Bragança), a Estrada Municipal (EM) 511 em Merujal (Arouca), EM 1227 Noninha em Arouca, ER 326 em Cando, ER 311, Rio Douro, Cabeceiras de Basto e Várzea (Braga).
Encontravam-se ainda encerradas a EM 1133, Estrada de Santo António, em Riba de Mouro (Viana do Castelo), EN 110 km 4,8 entre Penacova e Coimbra, EM 1416 em Moradias, Pampilhosa da Serra, EM 547 em Alto do Fajão, Vila Pouca de Aguiar (Vila Real), EN 344 em Castanheira da Serra (Coimbra), EM 1355 em Covanca, em Pampilhosa da Serra, EN 236 em Casal Novo (Coimbra), e EM 1374 em Barrica Grande-Portela de Unhais (Covilhã).
Aviso em Torres Vedras
A Câmara Municipal de Torres Vedras advertiu a população para os riscos de circulação nas estradas do concelho, tendo em conta o significativo aumento dos caudais de rios, ribeiras e linhas de água, a somar à queda de árvores.
"Considerando que as primeiras horas da manhã coincidem com a maré cheia, é previsível que a situação não melhore durante o período da manhã", alertou a autarquia.
c/ Lusa
Uma centena de ocorrências desde as 0h00
Segundos os dados do portal da ANEPC, pelas 6h30, as zonas mais afetadas eram a Área Metropolitana do Porto, Alto Minho, Região de Aveiro, Coimbra, Leiria, Oeste e Grande Lisboa.Ouvida pela agência Lusa, fonte da Guarda nacional Republicana adiantou que há muitas estradas cortadas em Portugal continental.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera agravou, na segunda-feira, para vermelho o aviso de agitação marítima e para laranja o aviso devido à queda de neve.
Todos os distritos do território continental estão debaixo de aviso amarelo por causa do vento forte, com rajadas até 80 quilómetros por horas, sendo até 100 nas terras altas, até às 15h00 e entre as 3h00 e as 9h00 de quarta-feira.
Os 18 distritos estarão igualmente sob aviso amarelo entre as 3h00 e as 9h00 de quarta-feira devido à previsão de chuva por vezes forte.
c/ Lusa
Depressão Joseph na origem de mais de 1.100 ocorrências
Esta terça-feira há oito distritos de Portugal continental sob aviso laranja por causa da previsão de queda de neve: Braga, Bragança, Castelo Branco, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
Há ainda dez distritos debaixo de aviso amarelo por causa da agitação maritima. Entre as 9h00 e as 12h00 passam a laranja. As ondas podem atingir os 12 metros.
Há ainda algumas regiões a amarelo por causa do vento. As rajadas podem chegar aos 100 quilómetros por hora nas terras altas. Telejornal | 26 de janeiro de 2026Várias zonas do país estão alagadas por causa da chuva forte e, nas próximas horas, a tempestade deverá fazer-se sentir ainda com maior intensidade. Além da chuva, a previsão aponta para vento e agitação maritima fortes.
Em Torres Novas, por causa da subida da água, uma família com uma criança de cinco anos ficou isolada, na localidade de Quinta do Paúl do Boquilobo. A RTP apurou que estas pessoas estão bem de saúde e em permanente contacto com as autoridades.
Por causa da subida da água, foi contudo necessário retirar mais de 400 animais - gado caprino. O único acesso à habitação está alagado, com cerca de meio metro de água acumulado.
Um cargueiro esteve, na segunda-feira, em risco de afundar depois de ter perdido o leme ao largo da Figueira da Foz. A embarcação terá batido no fundo, que tinha areia acumulada. Aguarda agora o reboque.
Açores e Madeira
Nos Açores, as ilhas dos grupos ocidental e central estão sob aviso vermelho por causa da agitação maritíma.
As ilhaa do grupo oriental também estão a laranja por causa da ondulação.
Já no arquipélago da Madeira, na costa norte e em Porto Santo, o aviso é por agora amarelo, mas passará a laranja a partir das 15h00. Há também avisos amarelos para a costa sul.
Tempestade Joseph. Situação agrava-se com mais chuva e vento
O climatologista Carlos da Câmara apela a que se repensem estratégias de prevenção e gestão do território. Alerta ainda para a influência dos incêndios na permeabilidade dos solos.